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Comercio fechado, empresários somam prejuízos e Dinha não assume a solução



O setor comercial, em Simões Filho, é um dos principais alicerces econômicos e ao longo dos últimos anos passou a ser de fundamental importância, transformando-se em mola propulsora para o desenvolvimento econômico, geração de emprego, renda e oportunidades.



Neste momento de extrema dificuldade enfrentados por toda sociedade, por conta da PANDEMIA trazida pelo COVI19, esperava-se uma maior atenção, e proteção, por parte do poder público municipal para com todos àqueles que são responsáveis por redes comerciais, de médio e pequeno porte, incluindo os MEI - Micro Empresário Individual.



Entretanto, em reunião realizada na tarde de hoje, (14), homens, mulheres, completamente desolados, sem uma perspectiva, a curto prazo, de retomarem suas atividades comerciais, todos preocupados em achar uma solução para honrar os compromissos em atrasos, com alugueis, fornecedores, encargos públicos devidos à União, Estado e Município.



Diante das medidas restritivas, contidas no Decreto 173/2020, recentemente prorrogado pelo Prefeito Diógenes Tolentino - Dinha - MDB, que obriga o fechamento do comércio, prestação de serviços, mesmo após reuniões onde o líder do Poder Executivo, assumiu, tendo empenhado a palavra de que haveria uma flexibilização, tendo sido acordado a reabertura dos estabelecimentos comerciais, em horário reduzido: das 8h às 15h, o sentimento foi de decepção, desprestigio, pouco caso, e uma falta de respeito para com homens e mulheres que estão vivendo no limite do equilíbrio emocional e financeiro, vendo suas economias serem dilapidadas, muitos tomando a difícil decisão de demitir funcionários, colaboradores, outros vendendo o pouco que foi conquistado à custa de tanto trabalho, de tantos anos de dedicação em suas áreas de atuação.



Um dos principais argumentos é de incompreensão. As grandes redes ATACADISTAS, LOTÉRICAS, BANCOS, funcionam sem garantir a proteção do cidadão, sem as devidas medidas de proteção individual, os funcionários trabalham sem máscaras, não fazem uso, como determina o MS - Ministério da Saúde, do Álcool GEL 70%.


O sistema de transporte municipal e intermunicipal, sempre com a sua capacidade máxima,, sem nenhuma medida de higienização que protejam os passageiros, e tão pouco os motoristas e cobradores, os presentes na referida reunião questionaram, somos nós os empresário do comercio local os únicos, que em suas lojas, escritórios, bares e demais instalações proporcionaremos os locais com risco de transmissão ao Covid19...??


Exige-se, portanto que o prefeito Dinha, assuma a sua palavra, estabeleça de forma clara suas posições, e impeça a completa falência do setor comercial de Simões Filho, publique, de imediato, como prometido a ISENÇÃO DOS IMPOSTOS, referente ao exercício 2020.


Os empresários estão dispostos em atender as medidas seletivas, que venham ser propostas como condicionante à reabertura, todos comprometem-se a disponibilizar máscaras, luvas, Álcool Gel 70% á funcionários, clientes, ampliar as ações de higienização, além de cumprir a determinação, se assim vir a ocorrer, referente ao horário e fechamento do comércio.



É preciso que os membros do Conselho de Crise e, principalmente o prefeito Diógenes Tolentino, compreenda a gravidade da situação vivida por esse segmento e crie as normas necessárias, viabilize o retorno às atividades, e assim juntos continuaremos lutando contra o coronavírus.


Sem contudo matar a vocação da atividade comercial, e principalmente o projeto de vida passado, em muitos casos de geração em geração.


Os empresários, são á favor da vida dos cidadãos.


São responsáveis pela manutenção da máquina pública, através do pagamento dos impostos.

São responsáveis por milhares de empregos, direto e indireto.


E, não podem ser tratados como parte do problema. Os membros do comércio, em Simões Filho, na Bahia, Brasil e no Mundo sempre fizeram, e fazem parte da solução...


Prefeito Diógenes Tolentino, ouça com atenção a Voz, o Grito dos que até aqui se consideram excluídos, marginalizados pelo rigor contido no Decreto 172/2020.


NOTA DO REDAÇÃO: Ao sabermos do drama, vivido pelo membros do comércio local, é impossível, não mudar de ideia, e passar a compreender toda angustia, stress, e pressão vivida por esses empreendedores. Nós, do Redação Nacional, ficamos sensibilizados diante do eminente estrangulamento, vivido pelos empresários de Simões Filho. Decididamente, fico claro que é necessário entender esse GRITO DE ALERTA...!!!

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