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Duas pessoas são diagnosticadas com rotavírus após beberem água na cidade de Araci, Bahia


Araci-Bahia: Um bebê de 1 ano e 8 meses morreu após passar mal na cidade de Araci (BA). A suspeita é de que a água da cidade esteja contaminada. Outras 30 pessoas também passaram mal e foram hospitalizadas. Duas delas foram diagnosticadas com o rotavírus, doença provocada pela ingestão de água ou alimentos contaminados por vírus.

De acordo com a secretária de Saúde da cidade, o caso ocorreu no povoado de Lagoa do Boi, que tem cerca de 700 moradores. Entre os sintomas apresentados pelos pacientes estão: vômitos, diarreia e dores abdominais. Um inquérito policial foi aberto para apurar o caso.


Conforme a prefeitura, as amostras da água foram colhidas e encaminhadas para serem examinadas no Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), em Salvador. Ainda não há previsão para divulgação do resultado.


Segundo a Empresa Baiana de Águas e Abastecimento (Embasa), responsável pelo fornecimento de água na região, os testes feitos pela empresa não apontaram contaminação. Por isso, a caixa d’água da região também será analisada.


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Ainda de acordo com o G1, a Embasa, a pedido da prefeitura, suspendeu o abastecimento de água na zona rural do município. Carros-pipa do Exército foram enviados para o local para abastecer a população. Desde que o fornecimento foi interrompido, não houve registro de novos pacientes com os sintomas.


EMBASA


A Embasa - Empresa Baiana de Saneamento, informou que “desde que a suspeita de que a água distribuída na comunidade de Lagoa do Boi, no município de Araci, foi levantada pela Vigilância Sanitária, devido a episódios de mal-estar na população local seguidos de hospitalização e um óbito, a Embasa iniciou uma série de medidas visando a segurança da saúde da população local”.



A nota pontuou que, no “dia 11 (de setembro), a empresa interrompeu o abastecimento nas localidades rurais de Lagoa do Boi, Lagoa dos Cavalos e Jurema e iniciou uma investigação por meio da coleta de amostras no reservatório e na rede distribuidora local e de análise em laboratório para verificar se a água está dentro dos padrões de potabilidade determinados pelo Ministério da Saúde e se existem indícios de substâncias contaminantes na água”.


“Os resultados obtidos até agora indicam que a água distribuída na localidade tem cloro residual dentro de padrão recomendado pelo Ministério da Saúde e não tem presença de microrganismos nocivos à saúde ou que coloquem em risco a saúde da população”.


AMOSTRAS


“Técnicos da empresa coletaram amostras no reservatório do sistema de abastecimento para analisar mais parâmetros de potabilidade e chegar a evidências conclusivas sobre a qualidade da água distribuída nessas localidades”.


“O abastecimento vai continuar interrompido nas três localidades até que todas as evidências quanto à qualidade da água distribuída nessas localidades sejam apresentadas à Vigilância Sanitária”, conclui a nota.


Fonte: Redação, G1


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