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O sujo falando mal do limpo


O último dia de trabalho do Supremo Tribunal Federal (STF) antes do recesso reservou surpresas.


Os pedidos de liberdade do ex-presidente Lula não deveriam ser enfrentados pelos ministros da Segunda Turma, conforme foi antecipado ainda na segunda-feira (24).


Mas, diante da questão de ordem apresentada pela defesa do petista, os dois habeas corpus acabaram sendo apreciados por este colegiado. Um deles já se sabia que seria rejeitado, o que contestava a decisão monocrática do ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Félix Fischer. Como o mesmo colegiado havia confirmado a condenação, não havia motivos concretos para uma reversão. Ainda assim, o placar foi de 4 a 1, com Ricardo Lewandowski se posicionando pela anulação do julgamento no STJ.


Naqueles ágapes infindáveis do Planalto Central, o amapaense Davi Alcolumbre, deslumbrado pelo posto que ocupa de presidente do Senado, mas invejoso da popularidade do ministro da Justiça, Sérgio Moro, deitou falação contra o herói popular que ele jamais conseguirá ser. Disse, entre outras patacoadas, que, se o ex-juiz da Lava Jato fosse parlamentar, as revelações do site The Intercept Brasil já o teriam levado à cassação ou à prisão. Omitindo os próprios crimes, esqueceu-se de contar que crimes teria cometido o outro.


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Redação Nacional / *Com Informações Estadão - Foto: Andre Dusek

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