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Qual será o montante de dívida que Dinha - MDB deixará para as próximas gerações pagarem...?


Simões Filho: A sociedade da 7ª maior arrecadação do Estado da Bahia, irá presenciar uma fato, no mínimo, pitoresco. O atual mandato deu-se inicio em 1 janeiro de 2017, o prefeito Diógenes Tolentino, surfou na onda de popularidade, tendo como alicerce a maioria dos votos válidos. Daí veio a construção de uma narrativa sobre dívida milionária de 330 milhões, segundo o prefeito Dinha, e sua base aliada comandada pelos Vereadores Genivaldo Lima, Orlando de Amadeu, Eri Costa os aliados de primeira ordem do prefeito Dinha - MDB.


PANDEMIA - CORONAVÍRUS & DÍVIDAS


Os municípios serão beneficiados, ainda, com a suspensão do pagamento de dívidas previdenciárias que venceriam até o final do ano. Essa medida foi acrescentada ao texto durante a votação, por meio de emenda, e deverá representar um alívio de R$ 5,6 bilhões nas contas das prefeituras.


MUDANÇA DE CENÁRIO, FINDA O ARGUMENTO SOBRE DÍVIDAS


O cenário mudou, completamente, a administração da Boa Terra Boa Gente, diante do Estado de Emergência, e por decisão Senado, os atuais prefeitos poderão utilizar o artifício contábil de suspensão dos pagamentos das dívidas com a união, bancos e com os estados.


Assim, em caso de não conseguir sua reeleição, será o prefeito Dinha - MDB, que deixará vários empréstimos, tomados durante sua gestão, em aberto, para que o compromisso seja quitado pela administrações futuras. Sim, pois em um mandato de 4 anos, não será possível quitar, exclusivamente, os débitos a serem deixados pela atual gestão dita da Boa Terra Boa Gente...


Observemos o que ficou determinado pelos Senadores:

A suspensão de dívidas abrangerá os pagamentos programados para todo o ano de 2020. Os valores não pagos serão incorporados ao saldo devedor apenas em 1º de janeiro de 2022, atualizados, mas sem juros, multas ou inclusão no cadastro de inadimplentes. A partir daí, o valor das parcelas que tiveram o pagamento suspenso será diluído nas parcelas seguintes.


Os valores pagos durante o período de suspensão serão atualizados e somados aos encargos de adimplência para abaterem o saldo da dívida a partir de janeiro de 2021. As parcelas anteriores a março de 2020 não pagas em razão de liminar da Justiça também poderão ser incluídas no programa. Também nesse caso não caberão juros e multa por inadimplência.

Em outra frente, o substitutivo permite a reestruturação das dívidas internas e externas dos entes federativos, incluindo a suspensão do pagamento das parcelas de 2020, desde que mantidas as condições originais do contrato. Nesse caso, não é necessário o aval da União para a repactuação e as garantias eventualmente oferecidas permanecem as mesmas.


Fica pairando no ar, para ser respondido em um futuro não muito distante, qual será o discurso, da base do atual governo, bem como será tratado, o tema relativo às dívidas do município de Simões Filho, durante o processo eleitoral, quem deixará o maior passivo devedor, todas as administrações anteriores, ou Dinha - MDB e seu atual grupo político...?


Fontes: Agência Senado & Redação Nacional


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