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Rebelião Altamira: Vídeo mostra a aflição de familiares de presidiários na busca informações

Após o massacre que deixou 57 detentos mortos na manhã dessa segunda-feira (29/07), os familiares aguarda a lista de nomes dos detentos mortos. Dezenas de pessoas se concentram na frente do no Centro de Recuperação Regional de Altamira, em busca de informações.


O desespero toma conta de famílias que não tem informações sobre os mortos. Segundo a dona de casa Maria Antônia da Silva, mãe de um detento custodiado no presídio, eles (Susipe) dizem que está tudo bem.


A falta de notícias é a reclamação mais comum entre os familiares. Segundo eles, a movimentação constante de agentes de segurança dentro da penitenciária gera ainda mais aflição.


Cada familiar reage a tensão de uma maneira. Maria Felicidade, mãe de um detento, disse que não consegue comer desde que iniciou a rebelião e enquanto não souber notícias de seu filho ela não vai sair do Centro de Recuperação.


Briga entre facções

Rivais deixou 52 mortos, 16 deles decapitados, durante uma rebelião em um presídio em Altamira, no Pará, informou a Superintendência do Sistema Penitenciário (Susipe) do Estado nesta segunda-feira (29).


De acordo com a assessoria de imprensa do órgão, o motim começou por volta das 7h, quando funcionários serviam o café da manhã aos detentos. Dois agentes penitenciários chegaram a ser feitos reféns, mas já foram liberados.


A situação no presídio está controlada, de acordo com a Susipe, e policiais e agentes penitenciários fazem a recontagem dos presos, a apuração dos danos e a revista dos detentos.


O órgão não informou quais as facções envolvidas no confronto no presídio de Altamira.

As rebeliões com mortes por causa de brigas entre facções criminosas rivais têm ocorrido com certa frequência no país. Em maio, 55 detentos foram mortos em presídios de Manaus, que já havia registrado um massacre de presos em 2017.


Nos últimos anos, episódios parecidos aconteceram em Roraima e, no início deste ano, o Ceará viveu uma onda de violência ordenada por criminosos presos em penitenciárias do Estado, o que levou ao envio da Força Nacional de Segurança Pública ao Estado.


Também neste ano, em fevereiro, Marcos Williams Camacho, o Marcola, apontado como principal líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa que teve origem no Estado de São Paulo, mas que já atua em outros Estados e em países vizinhos, foi transferido de uma penitenciária no interior paulista para um presídio federal.


Na ocasião, outros 21 detentos apontados como lideranças do PCC também foram transferidos para presídios federais.


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