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Rodrigo Janot, desistiu na última hora de apertar o gatilho contra Gilmar Mendes


Não teve ontem no meio político e jurídico quem desconsiderasse a gravidade das revelações do ex-procurador geral da República, Rodrigo Janot, que declarou a jornais e à Veja que decidiu matar o ministro Gilmar Mendes com um tiro, mas desistiu na última hora por uma intervenção divina.


Na verdade, ninguém sabia o que falar sobre o ex-procurador, alguns se referindo a ele como louco, outros especulando que ele estivesse bêbado quando deu as declarações, que não constam, com os detalhes que ele forneceu, sequer do livro de memórias que ele deve lançar em outubro e foi escrito por dois jornalistas, um dos quais Jailton de Carvalho, de O Globo, que militou em redações baianas na década de 80 até mudar-se para Brasília. 


Bombástico

Em Brasília, onde o mineiro Janot é mais conhecido, a pergunta que não queria calar era por que o ex-procurador geral da República resolveu tomar uma medida tão drástica contra si, com implicações cuja extensão ainda não sabe quais serão, no momento em que se aposentou e deveria apenas buscar divulgar a publicação que contém, aliás, outras revelações bombásticas.

Sem surpresa


No círculo do novo procurador-geral da República, Augusto Aras, as revelações de Janot causaram muito menos impacto do que se imaginava. Aras e Janot romperam depois de manterem uma relação de amizade por muitos anos e, pelo que se comenta na Procuradoria, o afastamento ocorreu depois que o baiano percebeu que o colega podia se tornar uma personalidade imprevisível, como seu relato à Veja revelou.


Revisão

De Gilmar Mendes, ministro que foi alvo de uma quase tentativa de homicídio da parte do ex-procurador geral da República, a Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, as avaliações sobre a atitude de Janot revelada pelos meios de comunicação variavam de que não passava de um louco, necessitado de cuidados psiquiátricos, a alguém cujos atos, como chefe do MPF, precisavam ser revisados.


Foto: Dida Sampaio / Estadão

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